Cirurgia – Dr. Sérgio Augusto Skrobot https://sergioaugustoskrobot.com.br Urologista_Cirurgia Robótica Thu, 06 Oct 2022 18:56:06 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://sergioaugustoskrobot.com.br/wp-content/uploads/2022/04/cropped-Logo-home-SAS-32x32.png Cirurgia – Dr. Sérgio Augusto Skrobot https://sergioaugustoskrobot.com.br 32 32 Nervo pudendo e a dor perineal: tudo que você precisa saber https://sergioaugustoskrobot.com.br/nervo-pudendo-e-a-dor-perineal-tudo-que-voce-precisa-saber/ https://sergioaugustoskrobot.com.br/nervo-pudendo-e-a-dor-perineal-tudo-que-voce-precisa-saber/#respond Sun, 25 Sep 2022 12:28:23 +0000 https://sergioaugustoskrobot.com.br/?p=1033 Dor pélvica, dor na região íntima, dor nos genitais. Os sintomas mudam de nome, mas em muitos casos, o desconforto está relacionado ao nervo pudendo e à dor perineal. 

Antes de qualquer coisa, é importante compreender que tabus precisam ser deixados de lado. As dores que envolvem a pelve precisam ser levadas tão a sério quanto qualquer outra.

Dito isso, entenda melhor a função deste nervo e o que causa este tipo de dor!

Qual é a relação entre o nervo pudendo e a dor perineal

Até cerca de 20, 30 anos atrás, relatos de dor perineal não contavam com uma área especializada. A dor na pelve era encaminhada para diferentes especialidades e muitas vezes ficavam sem diagnóstico.

Esse cenário começou a mudar nos anos 2000. O médico francês Marc Possover idealizou o que é chamado atualmente de neuropelveologia. O título complicado está relacionado aos nervos que fazem parte da pelve.

É aí que entra o chamado nervo pudendo.

Formado por 3 raízes sacrais, este nervo é o responsável por inervar a área genital. O que acontece, porém, é que este nervo pode sofrer uma compressão. E não se trata de um caso isolado.

A síndrome de compressão do nervo pudendo atinge principalmente mulheres na faixa entre 50 e 70 anos. Os sintomas envolvem desconfortos, dores e incômodos que podem ser confundidos com outras doenças. 

Que tipo de sintomas a compressão do nervo pudendo causa

Atualmente, se considera que 70% dos casos de compressão acontecem entre mulheres. Isso se deve a uma questão de anatomia.

Nas mulheres, o nervo é responsável pela sensibilidade da região que fica entre o clitóris e o ânus. Quando acontece essa compressão, as dores podem ser intensas na região da vulva e da pelve. A sensação pode ser tanto de queimação quanto pontadas ou agulhadas.

Já nos homens, as dores se concentram no ânus, períneo e pênis.

Em ambos os casos, o diagnóstico é feito por intermédio de acompanhamento especializado. Exames físicos e exames de imagem ou atividade elétrica são aliados para descartar outras enfermidades.

Como tratar a dor perineal com especialista

Para quem sofre com dores no períneo ou regiões próximas, é sempre importante buscar informações sobre a síndrome da compressão do nervo pudendo. E, tendo a confirmação do problema, buscar alternativas de tratamento.

Essa é uma condição que atinge uma pessoa a cada 100 mil e pode ser tratada com uma cirurgia de descompressão do nervo. Um dos procedimentos mais modernos atualmente é a neurólise do pudendo feita por videolaparoscopia.

Criada há pouco mais de uma década na Europa, esta técnica é recente também no Brasil. Sua precisão é maior quando acompanhada do robô cirurgião, que pode auxiliar no processo.

Para quem busca uma solução especializada, o Dr. Sérgio Augusto Skrobot é referência brasileira no procedimento. O urologista é especialista em cirurgias minimamente invasivas e atende na região de Blumenau, SC.

Estudioso da relação entre o nervo pudendo e a dor perineal, o médico é reconhecido por ajudar pessoas que sofrem por anos com as dores e desconfortos por falta de informação e diagnóstico.

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Dor crônica na região pélvica: uma causa pouco divulgada https://sergioaugustoskrobot.com.br/dor-cronica-na-regiao-pelvica-uma-causa-pouco-divulgada/ https://sergioaugustoskrobot.com.br/dor-cronica-na-regiao-pelvica-uma-causa-pouco-divulgada/#respond Tue, 15 Feb 2022 09:28:30 +0000 https://sergioaugustoskrobot.com.br/?p=909 Pudendo. Guarde este nome. É um nervo localizado no quadril, responsável pela sensibilidade na região perineal (entre o pênis ou clitóris e o ânus) e pelo controle de alguns músculos. Quando comprimido pelas estruturas anatômicas ao redor, provoca uma dor crônica, de difícil diagnóstico e capaz de afetar intensamente a qualidade de vida de homens e mulheres.

Uma a cada 100 mil pessoas sofrem da síndrome de compressão ou encarceramento do nervo pudendo, uma doença pouco conhecida e, por esta razão, subdiagnosticada. Os principais sintomas são a sensação de queimação intensa ou como se o paciente sofresse picadas de agulha na região, com irradiação para o escroto ou a vulva. É comum ainda o paciente relatar formigamento, prisão de ventre, sensação de corpo estranho no ânus ou vagina, dificuldade para urinar e dor na relação sexual. O simples ato de ficar sentado por algum tempo ou usar roupas justas pode trazer um sério incômodo.

Muitas vezes, pacientes com a síndrome de encarceramento do pudendo convivem por até 10 anos com a dor antes de chegar ao diagnóstico correto. A maioria tem entre 50 e 70 anos, sendo que sete a cada 10 são do sexo feminino. Quando o paciente diz ao médico que sente dor na região pélvica, normalmente é feito um exame de imagem como a ressonância e nada aparece. Às vezes, a patologia é atribuída equivocadamente a questões psicológicas. Para chegar ao diagnóstico definitivo, fatores como alteração de quadril e de pisada precisam ser descartados.

Na maior parte dos casos, o tratamento preconizado são medicações via oral que buscam minimizar os sintomas. Caso não se tenha bons resultados, o próximo passo é o bloqueio anestésico do nervo pudendo, o que traz resposta no início e faz a dor cessar, mas ela costuma retornar após algum tempo. A fisioterapia também é indicada para tratar dores musculares associadas à síndrome. Nos casos em que o paciente não melhora, existe uma cirurgia com nome complicado e benefício importante: a neurólise do pudendo.

Com o uso da técnica robótica ou videolaparoscopia, é possível liberar o nervo bloqueado através da descompressão das estruturas que causam o problema. Apesar de relativamente nova no Brasil, a cirurgia foi desenvolvida há cerca de uma década em centros de pesquisa da Europa. O procedimento pode beneficiar ainda homens com disfunção erétil, pois libera a artéria responsável pela elevação do pênis, e mulheres que convivem com orgasmos espontâneos, um distúrbio raro.

Muitos pacientes sofrem por anos com a síndrome e ainda são estigmatizados como pessoas com alterações psicológicas. Por ser uma patologia considerada relativamente nova, nem mesmo na área médica ela é muito conhecida. Então, por desconhecimento do nervo pudendo e seus desdobramentos, ou em razão de tabus que envolvem a região do tratamento, o diagnóstico se torna tardio, acarretando anos de sofrimento e baixa qualidade de vida.

Sérgio Augusto Skrobot é urologista em Blumenau, Santa Catarina. Fez especialização na Bélgica em cirurgia minimamente invasiva e robótica de neurólise do nervo pudendo.

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Cirurgia robótica: 3 coisas que você precisa saber https://sergioaugustoskrobot.com.br/sem-tabu-na-hora-de-fazer-exames/ https://sergioaugustoskrobot.com.br/sem-tabu-na-hora-de-fazer-exames/#respond Thu, 25 Nov 2021 01:25:20 +0000 https://sergioaugustoskrobot.com.br/?p=250 Cirurgião de Blumenau aponta vantagens como a ampliação da visão e maior precisão dos movimentos, mas o conhecimento do médico continua fundamental

A cirurgia robótica é um tipo de cirurgia minimamente invasiva – isto é, com menor dano possível ao organismo – na qual o médico comanda um robô capaz de executar os movimentos com máxima precisão. O uso da técnica vem crescendo no Brasil, onde chegou há pouco mais de uma década, mas nos Estados Unidos e em alguns países da Europa mais de 90% das cirurgias de retirada de próstata por tumor maligno, por exemplo, já são realizadas por robô. Entre as vantagens estão a incisão (o corte cirúrgico), a perda de sangue e o tempo de cicatrização menores. Além disso, o tempo médio de hospitalização no pós-cirúrgico também cai em relação a outras técnicas.
O urologista Sérgio Augusto Skrobot é cirurgião e concluiu em junho uma especialização em cirurgia robótica na Orsi Academy e no OLV Hospital, na Bélgica, que integram um dos mais importantes centros de estudos de cirurgia robótica do mundo. O médico de Blumenau aponta três características da cirurgia robótica que considera importante o paciente saber:

  1. O robô amplia a visão do cirurgião

Esta é uma das principais vantagens da cirurgia robótica em relação à técnica minimamente invasiva convencional. Por meio de câmeras, a imagem do campo cirúrgico é ampliada em até 10 vezes, com alta resolução e permitindo a visualização em 3D. “Com isso o cirurgião tem um excelente campo de visão”, explica Skrobot.

  1. O robô dá precisão e amplitude aos movimentos

Consequência da visão tridimensional em alta qualidade, a cirurgia robótica proporciona precisão ao procedimento. Além disso, a ergonomia também é melhor, uma vez que as pinças do robô permitem fazer movimentos que nem sempre a mão humana consegue. Para alguns procedimentos urológicos como a cirurgia de próstata, por exemplo, esta é uma funcionalidade importante.

  1. O robô não opera sozinho

Todos os movimentos do robô são acionados pelo cirurgião, que fica posicionado em um console controlando os braços cirúrgicos por meio de joysticks. “O robô não substitui o conhecimento e a experiência do cirurgião”, destaca o médico. “A tecnologia é uma aliada da medicina, mas a dimensão humana está sempre presente”, acrescenta.

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